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PETAR - Núcleo Ouro Grosso - Caverna Alambari de Baixo e boiacross no Rio Betari

Buenos dias a todos vocês!!!! 

E lá vamos nós para mais um post do meu blog... Vou continuar a falar sobre o PETAR (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira).Pra começar bem o dia,  nada melhor que um excelente café da manhã na Pousada da Diva... dá pra fazer uma verdadeira refeição só com o café... Parabéns às cozinheiras! Depois de bem alimentados hora de ir pra caverna. Mas antes algumas orientações ajudam e muito.

DICA: os equipamentos são os mesmos utilizados nas demais cavernas como calça, camisetas, tênis confortável, lanterna e capacete. Nesta caverna também vale falar pra levar um saco estanque (altamente recomendado e utilizado) caso queira levar máquina fotográfica ou vai ser por sua conta e risco.
CAVERNA ALAMBARI DE BAIXO

Pra se chegar até a boca da caverna vamos por uma estrada utilizada pelos moradores para o transporte. Ela é bem barrenta, mas nada difícil de superar. Da até pra aproveitar e ver as montanhas e imaginar como são as cavernas que tem ali. Terminada a rua começa a trilha que leva até a boca da caverna que é bem demarcada e logo no começo se encontra o rio que a atravessa ela.


A boca da caverna é bem grande e você desce por ela até chegar ao leito do rio para poder continuar o caminho. Quando se olha pra trás é uma das coisas mais bonitas que eu já vi onde você consegue ver a ela e a luz do sol entrando para iluminar seu interior.

DICA: tome muito cuidado com a descida, pois ela escorrega muito e têm muitas pedras soltas, o que pode causas um grande machucado e você não vai querer estragar o passeio da galera, vai? 

Antes de começar a andar pelo rio deixamos nossas mochilas e outras coisas que não podem molhar no inicio da caverna, pois conforme você vai andando vai ficando mais fundo, não ao ponto de se precisar nadar, mas se estiver com uma mochila ela com certeza vai se molhar toda. As máquinas fotográficas também são recomendadas deixar para trás caso não tenha um saco estanque, pois há trechos que você tem que abaixar para poder continuar.


Essa de se abaixar é realmente bem baixa. Há pontos em que você só fica com a cabeça pra fora da água e com os joelhos dobrados. Nada que um pouco de alongamento não resolva. O trecho final é um pouco mais fundo, cerca de 1,30m de água e uma corda pra te auxiliar na travessia.
 
O último salão desta caverna é quase onde se pode sair, ou melhor, dá pra sair, mas não pode e o motivo é o mais chato de todos, já que essa saída fica dentro de uma propriedade particular e o dono não quer permitir o acesso de turistas em sua propriedade. Logo, não resta alternativa a não ser voltar por onde entramos. Repassando todo o caminho.

Ao voltar para entrada da caverna e começar a trilha encontramos algumas vacas se alimentando e não era de grama não, era de limão... Sim! Limão! E pra quem não acreditar, eu até tentei tirar uma foto dela comendo limão, mas o máximo que eu consegui foi ela mostrando a língua. Mas de qualquer forma, valeu pela foto!


Aproveitando o momento de ver limão no pé o guia aproveitou para nos apresentar uma fruta da região chamada Ata. É uma fruta muito gostosa que é parente da fruta do conde, atemóia e pitaia. O gosto lembra muito o da manga e a textura da jaca, ou seja, uma combinação muito saborosa. Vale a pena aproveitar e experimentar!!!

De volta a pousada, hora de fazer o bóia-cross no Rio Betari.

BÓIA-CROSS NO RIO BETARI

Essa foi nossa última atividade lá no PETAR na tarde de domingo que consiste em você pegar uma boia (câmara de caminhão amarrada) e descer o rio. Lembra vagamente um caiaque, mas sem remo. Você fica de barriga pra baixo e vai usando as mãos para ir desviando das pedras, obstáculos e de outras pessoas.

É muito legal poder participar desta atividade, pois dá um quebra-gelo e renova as energias, apesar de ser bem desgastante ficar desviando das pedras e tudo mais.


O equipamento que se utiliza é quase o mesmo em termos de vestimenta como calça, tênis e camiseta (você não vai querer se ralar nas pedras de graça, não é?) e como a atividade é num rio cheio de pedras e nem todo mundo sabe nadar, a segurança fala alto (e é obrigatória) e nunca é exagerada, por isso sempre prenda bem o seu capacete e seu colete salva-vidas (ambos disponibilizados pela equipe).

É uma atividade bem intensa com vários momentos de contemplação e vários pra ensaiar algumas braçadas na água. Não deixe de aproveitar e fazer esse passeio que sem dúvida é um dos melhores que eu já fiz em minhas viagens!

Terminado mais um post. Espero que tenham gostado dele e não se esqueçam de comentar aqui também!!!

Até a próxima!!!

2 comentários:

  1. Olá!!
    Sempre que vejo algo sobre esses tipos de aventura, logo me lembro de você.
    Deve ter sido legal essa trilha por uma caverna. Não tem aquele perigo da pessoa se sentir sufocada?

    Adorei as fotos, parece ser um dos paraísos na terra...

    Até mais

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  2. Mas que implicância coma vaca gente, deixa o bicho comer o limão em paz huahuahua
    Mas olha, trilha que envolve água até o pescoço e ainda não se onde pisa? Nota 100!

    E o ouro?

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